E que eu possa mudar os dias cinzas pra que eles fiquem cheios de cor, porque só eu tenho isso em minhas mãos.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Grandona!

Hoje eu me dei conta do quanto eu cresci.
Cresci em tamanho, cresci na mente, na coragem, no pensamento, no coração.
Cresci tanto que me apavorou um pouco.
Me vi pensando em coisas que eu já nao pensava, e vi o quão longe eu cheguei só pensando nisso.

Andei muito tempo num Sol não quente, no telefone com minha alma...
Ela me disse coisas irrefutáveis e inenarráveis, que só os meus dois ouvidos que ouviam puderam acreditar... e os meus olhos que acompanhavam puderam ver quem eu realmente sou e onde eu quero chegar.

Eu tenho alvos de mentiras na testa... socos na alma e fogo no coração.
Eu tenho fome de medo, de aventura e de paixão.
Mas eu tenho consciencia.

Eu quero ser gente grande, vivo repetindo pra mim mesma.
Nao conseguia perceber o quão grandona eu ja sou. E a quanto tempo isso ja existe.

Vamos todos crescer juntos e entender o que ficou pra trás?
OU melhor!
Vamos todos abrir os olhos pro futuro!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Prosa sem rosa...

É... de fato essa dor na minha cabeça não é algo a toa.

É dor de choro, de fato.

Eu chorei pra caramba hoje, e em poucas horas, chorei tudo o que eu não choro há muito tempo.

Porque eu choro?

Eu nem mesma me lembro o motivo exato.

Estava eu lá, entre o frio e o quente. O amor e o ausente.

Estava eu ouvindo histórias felizes com finais tristes, e histórias sem finais.

Histórias que te fazem pensar na sua história.

Eu nem tenho mesmo muitas vidas na mesma história.

Eu tenho uma vida. Com uma história. E muitas vidas alheias presas na minha nem tão longa história.

Tenho fome e medo. Tenho medo de solidão e fome de coração.

Tenho fome de não perder tempo. O meu precioso tempo, da minha nem tão longa história cheia de vidas alheias nela presas.

Tenho fome de verdades e de felicidades, de momentos que mostram capacidades.

Tenho fome de elogio e reconhecimento.

Tenho fome de querer mais.